alicerce

domingo, 27 de agosto de 2017

Bacalhau com batatas à murro

Sabem aquelas coisinhas deliciosas que a nossa mãe e avó fazem? Esta receita é uma delas! Aprendi-a a fazer com elas e ficou a minha comida favorita. Confesso que não é tanto o bacalhau que me agrada mas aquelas batatinhas, oh meu deus !
Vou partilhar então convosco esta dádiva dos deus que eu amo tanto.

A receita necessita dos seguintes ingredientes:
-2 cebolas grandes
-1/2bacon
-1 pimento
-alguns dentes de alho
-bacalhau
-batatas para assar
-azeite

Parte-se as cebolas no fundo de uma assadeira e acrescenta-se o alho (esmagado ou partido), pimento e bacon partidos. Lava-se muito bem as batatas e dá-se um golpe e dispõe-se pela travessa. Rega-se bem com azeite. Pois, o objetivo da receita não é ser fit... Deixa-se assar cerca de 30 minutos e adiciona-se o bacalhau. Em cima dele devemos tentar colocar algum do azeite da assadeira. Deixamos assar totalmente e está feito! Deliciem-se.

P.S. passado algumas horas ainda fica melhor!!! Ganha mais o sabor dos ingredientes que estão na assadeira e é ainda mais divinal!!!

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Filme "A dinamarquesa"

À algum tempo que queria ver este filme para tentar perceber como é que este ator teria representado uma mulher. Eu não sabia de que era o tema. Não vi sequer o trailer. Abri um site online para ver filmes, este apareceu e vi-o. À medida que a história se foi desenrolando é que entendi que era a história de um transexual da década de 20. É quase uma biografia representada, a meu ver, de uma forma exímia. E confesso que o que me fascinou mais neste filme/ história foi o amor. O amor que Gerda sentia por Einar, que futuramente passara a Lili.
Esta história remeteu-me a mim mesma à palavra "amor" e ao mais profundo do significado dela. Será que eu seria capaz de amar assim alguém? Viver uma vida com uma pessoa que eu no final não conhecia o seu ser verdadeiramente e mesmo assim estar lá sem vacilar? Será que eu amaria alguém assim, ao ponto de largar a minha vida, história, sonhos e desejos para o lado? Não sei. Mas sim, este é o verdadeiro amor, capaz de deixar tudo para o lado sem pensar duas vezes. E é lindo ver que existem ou existiram amores assim. Porque amar é muito mais do que um corpo.

sábado, 19 de agosto de 2017

Mugcake de nutella e ferrero rocher fit

Ontem estava com algum tempo livre e pensei preparar uma receita nova. Tinha bananas maduras no frigorífico que tinha de gastar e pensei em fazer um mugcake para pré treino. Daí surgiu o meu mugcake de nutella e ferrero rocher!!!
Inventei e não é que ficou delicioso?!
O que eu fiz foi colocar na liquidificadora (mas podem bater bem com um garfo):
-1 ovo
-1 colher chá fermento
-1 colher sopa farinha bombom rocher da marca Max protein (mas agora encontram também da marca prozis com ou sem whey adicionada)
-1 banana madura
-1 colher sopa de coco ralado
Após triturar tudo muito bem coloquei numa tigela e adicionei uma colher de chá de creme de avelãs e cacau da marca cem porcento  (comprei no jumbo mas penso que haja noutros hipermercados).
Pus no microondas cerca de 2 minutos (até à massa deixar de ficar líquida mas não deixando endurecer muito também) e no final... deliciei-me!!! Espero que gostem!!!

P.S. Este bolo é calórico, apesar de ser feito com ingredientes mais saudáveis do que a nutella dita normal e o ferrero rocher não deixa de ser um mugcake com alto índice glicémico e deve ser encarado como um doce para quem está por exemplo em perda de peso. Lembrem-se que como tudo na vida tem de haver um equilíbrio e não deve ser um pequeno almoço diário mas sim um pré treino ou pequeno almoço de fim de semana por exemplo.

Sejam felizes!!!

quinta-feira, 27 de julho de 2017

legumes salteados viciantes

Estou completamente viciada nestes legumes salteados!!! E sinceramente não há como não ficar!!! Por favor, mesmo quem pensa que não gosta de legumes e se lerem este post percam uns minutos da vossa vida e experimentem isto! Eu juro que não se arrependerão.

A receita é super fácil e deliciosa para caramba :)
Os ingredientes são:
-couve coração
-cenoura
-courgete
-azeite
-alho

 Servido com peixe- dourada grelhada e pescada cozida, respectivamente. 


Partem couve coração bem fininha, normalmente eu até nem tiro os troços porque gosto de sentir aquela parte mais durinha. O que eu faço é colocar logo numa frigideira e inicio o próximo passo já neste recipiente. Raspo uma cenoura ou duas, dependendo do tamanho e courgete também a gosto. Relativamente à casca da courgete e da cenoura eu não tiro, só lavo e raspo no raspador e normalmente até deixo as pevides da courgete também. Depois deste passo dificílimo acrescento um fio de azeite em todos os legumes e amasso o alho com uma faca- o processo é: pegar no alho ainda com casca e com a faca de lado amassar o alho e colocar cerca de 3 dentes em cima do preparado dos legumes.
Coloco em lume brando com um testo em cima para "cozer" um pouco os legumes. Vou mexendo de vez em quando para não agarrar e ver se já estão cozidos. Quando estiver um cheirinho bom e os legumes parecerem quase prontos, retiro o testo e deixo que a água se evapore bem, mexendo também durante o processo.
Depois é só servir e deliciarem-se !!!



 Servido com hamburguer de frango e novamente com pescada cozida mas desta vez num formato de salada. 

quarta-feira, 26 de julho de 2017

pink hair

Dizem que sou de ideias fixas e o que hoje queria partilhar convosco como aconteceu esta mudança de cor de cabelo. Geralmente, as minhas melhores ideias surgem quando estou a dormir, ou seja, talvez esteja entre o sonho e o pensamento, não sei. O engraçado é que quando estou preocupada com algum assunto é durante o sono que resolvo e rearranjo os meus pensamentos. Desta vez foi igual.


Há uns dias surgiu-me a ideia de mudar. Fazer coisas que só agora posso fazer. Mudar enquanto posso mudar. Sinto que este ano e os últimos anos da minha vida têm sido anos de muitas aprendizagens a nível pessoal. Tenho-me desenvolvido como pessoa de uma forma que não pensei algum dia que acontecesse. Mas a verdade é que surgiu naturalmente. Juntamente com estes pensamentos de mudança surgiu-me a ideia repentina de mudar de cor de cabelo. Essa ideia foi ficando e partilhei-a apenas com uma amiga. No entanto, aproximavam-se os meus anos e agora, que ia fazer 20 anos tinha de o fazer. Enquanto é tempo para as maluqueiras, enquanto sou "criança" e tenho desculpa para o fazer. Pus essa ideia na cabeça, num dia fui falar com a minha cabeleireira e no outro fiz. Confesso que não pensei muito. Mas também não me arrependi. Há coisas que não podemos olhar muito para trás quando as queremos fazer e eu penso muito assim. O que tem de ser feito, é e pronto. O único dilema que eu tinha era na cor do cabelo que ia escolher e eu estava indecisa entre o azul, roxo ou rosa bebé. Fiquei sem dúvidas quando me lembrei de uma máxima minha "fazer sempre a primeira coisa que me vem à cabeça" e neste momento a primeira cor foi o rosa bebé. E assim foi.

No ano passado fiz umas babylights suaves pelo cabelo na altura do verão também e aconteceu-me algo estranho. No momento a seguir de o ter feito assustei-me, senti a diferença e custou mais a adaptação àquela mudança mínima. Desta vez, enquanto pintava o cabelo parecia que me sentia "em casa". Como se o teu coração te dissesse que aquele era o caminho. E estava calma. Estava como sempre estou quando coloco as minhas decisões na tua mão.

A mensagem que vos quero deixar é que não tenham medo de arriscar. A vida são dois dias e quando derem por vocês estarão enclausurados sem poderem fazer as maluqueiras que não fizeram quando deviam. Façam o que querem fazer mas com a cabeça no lugar, pensando que as consequências de um acontecimento mal delineado compensarão o esforço. Deitem-se todos os dias na cama e pensem "hoje fui feliz?" e se a resposta for "não", por favor, acordem e façam acontecer.

terça-feira, 25 de julho de 2017

"what the health" uma opinião contrária

Decidi escrever um pouco acerca deste documentário porque felizmente ou infelizmente vi imensas pessoas a quererem mudar por completo o seu estilo de vida após a visualização do mesmo. Antes de mais, queria referir que o documentário está extremamente bem feito e conseguido e que realmente tem o impacto desejado aquando a sua realização no espectador. 
Relativamente ao conteúdo em si há imensos ensinamentos que devemos retirar e talvez tentar adaptar a nossa própria alimentação. O que acontece é que eu sou apologista de um equilíbrio total, ou seja, não necessariamente o corte total de carne, peixe, ovos e lacticínios. Acho que tudo pode ser consumido com peso e medida e quando falam algures num documentário que o consumo distanciado destes alimentos não traz benefícios a minha questão seria: mostrem-me estudos, números, valores! Acredito que cada um pode falar por si e que ser vegan traga muito mais bem estar do que eu mesma possa imaginar mas também estou consciencializada de que há todo um histórico muito presente deste tipo de alimentação na nossa sociedade. Mas muito mais do que isto, eu acredito que a mudança não deve ser feita numa pessoa que só passa os dias a comer fast food para de um dia para o outro ser vegan mas por exemplo, numa pessoa que passa os dias a comer fast food e começa a ter uma alimentação equilibrada. Eu acho que a chave está aqui. Penso que o processo de passagem para uma alimentação vegan deve ser muito ponderada mas especialmente para alguém que já vive uma alimentação saudável e pretende torná-la ainda mais, digamos, "limpa". E há outros mil e um factos que não podemos descartar que são alguns deles por exemplo: tudo o que comemos está, neste momento, inundado de químicos e desengane-se quem acha que ser vegan vai salvar o organismo de adubos, etc. É por isto que eu adoro o equilíbrio.
A verdade é que também falo um bocado a meu favor porque penso que nunca conseguirei seguir este estilo de vida. Adoro carne, peixe, lacticínios e ovos e incluo-os na minha alimentação em todas as pausas como fonte de proteína. Mas mais do que isso, acho que as pessoas têm de ser mais informadas sobre o que querem e o que veem. 
A todas as pessoas que estão a pensar seguir este estilo de vida, o que eu peço do fundo do coração, é que procurem ajuda para o fazer. Digam o que disserem, há imensos nutrientes neste tipo de alimentos aos quais o nosso organismo está habituado e há que fazer um desmame contínuo e lento de tudo isto. Se o querem fazer consciencializem-se de que terão de aprender a cozinhar, levar marmitas para todo o lado e reaprender a fazer tudo do início. Nem tudo é assim tão fácil como imaginam. 
Mais especificamente sobre o documentário, queria apenas alertar que, obviamente, foram selecionadas opiniões e eliminadas outras tendo em conta a finalidade do documentário. Não quero com isto dizer que existem afirmações erradas ou contornadas mas quero apenas alertar e suscitar o espírito crítico de cada um e que este não sirva para aceitar tudo o que nos dizem, mas pelo contrário, para questionar tudo o que nos dizem. Faz parte da aprendizagem. 

Façam aquilo que vos faz felizes. 
Resultado de imagem para what the health