quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Incapaz
Sabes, foi tudo de rajada... Foi um momento que fez com que todos os outros falassem também, foi um dia em que tudo não podia ter corrido pior e tu, em vez de estares do meu lado, fazes com que ele seja muito pior. É tão doloroso perceber que quando estou mesmo a precisar do teu carinho tu não mo dás. E agora? O que passou, já passou... Mas infelizmente tu nem és capaz de te redimir, és incapaz de dar sinal de vida, és incapaz de dizer que precisas de mim, és incapaz de pedir desculpa. É triste. É triste para quem faz tudo por ti.
domingo, 9 de dezembro de 2012
You make me dream
Hoje sonhei contigo e com situações que já não se passam há algum tempo... Acordei sobressaltada e agarrei-me à nangeira e por mais parvo que isso pareça o volume dela reconfortou-me. E comecei assim a reflectir sobre este ano que passou. Antes, eu fazia isto quase sempre antes de adormecer e sorria, sorria sempre mas com o passar dos dias estes hábitos foram-se transformando noutros, não que eu quisesse, mas talvez porque as razões, os dias ou as passagens sejam diferentes.
Então, com a reflexão eu deparei-me com inúmeros sorrisos e gestos, deparei-me com inúmeras situações banais. Mas claro, também me deparei com algumas lágrimas, com alguns momentos sufocantes, mas nessas alturas, a minha mente levava-me sempre para o lugar onde fazíamos as pazes. A minha mente leva-me sempre a imaginarmo-nos no lugar onde somos realmente felizes. E é tão bom "ver-nos"felizes. E foi por isso que esta vontade súbita de escrever voltou, voltou aquela vontade de tentar mostrar-te a nossa realidade. Não sei se lhe posso chamar saudades, mas às vezes tenho aquele sentimento de nostalgia, o que é super natural, aquele sentimento de nostalgia de te ver ao longe e saber que estavas a preparar alguma, e de repente quando estou prestes a virar-me já tu estás ao meu lado, a abraçar-me e a consolar as minhas bochechas com beijos. Ou aquele momento em que estou quase a adormecer e recebo uma chamada tua e sem perceber bem o que querias atendo. Oiço o teu sorriso pela minha voz ensonada e tu dizes dorme bem mulher da minha vida... Deito-me e acordo com um sorrisão de orelha a orelha. E até mesmo quando estamos no meio de uma "multidão" e tu decides tocar-me tentando que ninguém veja e olhas para mim com aquele olhar de maroto. Lembro-me até de sair da tua beira e pensar que ainda vai demorar para te voltar a ver e quando dou por mim, vieste para trás dar-me mais um beijo de despedida. E depois claro que sim, claro que existem aquelas palavras que me vão marcar para sempre como um amo-te ao ouvido sem que a situação fosse oportuna, aqueles bons dias, a tua capacidade de todos os dias me chamares uma coisa nova, a tua maneira de andar, de falar, de pensar, de mexer na pêra. E às vezes eu penso onde é que eu fui desencantar um gajo como tu, um gajo que passava a vida a tentar arranjar formas de me surpreender, um homem que me mostrou a vida de um modo diferente, um maroto que me deu vários prazeres na vida, um bebe que me ensinou formas diferentes de sorrir, um ken que construiu o nosso próprio mundo, um marinheiro que me fez navegar na terra dos sonhos tornados realidade, uma florzinha que me mostrou que por trás de um grande homem também existe uma grande alma, o homem que me fez acreditar que cada dia é um dia e torna-se naquilo que nós quisermos que ele seja. Eu valorizo-te imenso, se calhar até demais meu estúpido, mas acredita que aquelas vezes em que começo a disparatar, eu só preciso que me cales. Que me cales com um beijo ou com um simples sorriso. Porque nessas alturas, tal como acontece contigo, parece que há peças que faltam por se encaixar e tu consegues fazer com que essas peças deixem de ser importantes.
Já sei que há características em ti que mais ninguém tem e eu sinto-me tão orgulhosa por as ter do meu lado... Eu amo a tua diferença... Eu amo saber que és fiel aos teus princípios.
Faz-me sentir assim por muito tempo...
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
pesadelos
Cai-me o mundo quando oiço falar em mortes, quando oiço falar em vidas perdidas por erros, quando vejo "injustiças", vidas com tudo pela frente que pura e simplesmente desaparecem. Dói, mesmo que não seja connosco, dói imaginar-me numa situação assim sem a pessoa que tem mais valor na minha vida, dói pensar que de um dia para o outro ela possa desaparecer e que eu nada possa fazer por isso. Imagino-me na tua situação e imagino que me perderia completamente, dias a fio, em memórias, lágrimas e esperanças. Mas de que vale ficar esses dias perdida? De nada, talvez valesse mais esboçar um sorriso, mesmo que fosse um sorriso ferido. Onde quer que ela esteja, eu acredito que seja isso que ela queira observar. Ohhhh, dói tanto imaginar, não quero imaginar. *pesadelos*
my baby, my boy, my man
Jamais imaginara um ano da minha vida assim. No início era apenas o início mas ao longo do tempo, formou-se uma história. Uma história que eu vivo com orgulho. És o meu bebé, o meu menino, o meu homem.
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