alicerce

sábado, 3 de dezembro de 2011

strange


Se ainda restavam dúvidas de tudo aquilo que tinhas escrito fosse para mim, essas dúvidas deixaram de existir. Parece-me que desta vez fizeste questão em que eu soubesse que escrevias diretamente para mim, talvez para ser mais fácil de expressar o que sentias, ou até porque te fosse relevante que assim acontecesse. Percebo perfeitamente o que estás a sentir, já que já passei pelo mesmo,- como fizeste questão em referir-, ou até por pior quem sabe.
Gostava de saber como contornar a situação e dizer-te o que deves/devias fazer, no entanto, encontro-me neste lugar e não sei-, por mais que pense-, como fazê-lo. Compreendo que possa ser difícil para ti escrever e dizer que ele está bem entregue, quando na verdade o que tu querias mesmo era que ele estivesse ao teu lado.
Faltam-me imensas palavras para te escrever,- talvez um dia as encontre-, no entanto as dúvidas que podem surgir para mim, a ti também podem surgir. Afinal, como disseste, somos meras estranhas. 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

No outro dia chorei

"no outro dia chorei. Mas sabes que mais? Que se lixem esses dias, afinal foi por isso que deus-, ou sei lá quem -, fez dias novos"

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

love (?)

Não trocaria estes dias por nadaaa ! 

lados opostos


Nunca pensei que a vida desse esta reviravolta e que tão pouco a minha vida se cruzasse na tua,- direta ou indiretamente. E aqui estamos nós, de lados opostos. Provavelmente tu nem me podes ver à frente e se eu te vir, vou sentir compaixão por ti. Basicamente tu sorris de orelha a orelha para mostrares superioridade e eu baixo os olhos, sem saber o que fazer. Tens escrito uns textos que me deixam a pensar.. 

sem mitos nem tristezas


Meio mundo diz-me para ter cuidado com as tuas garras e eu limito-me a assentar os pés na terra. O tempo traz e leva muita coisa e a mim, tem-me tirado o medo de sofrer. De que vale o futuro se não soubermos viver o presente como se fosse o último dia? De que vale pensarmos que amanhã vamos sofrer, se o que importa é o dia de hoje e hoje, somos felizes? Claro que assim, o mundo vai sendo perfeito, sem mitos nem tristezas. Mas por enquanto, eu prefiro usufruir da felicidade e quando chegar a altura,- sim porque essa altura vai chegar,- as lágrimas vão ser um refúgio. 

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Não me desiludas

Mando palpites para o ar, na esperança que por ventura os entendas. O que me dá a entender é que esses palpites realmente te chegam e, das duas uma, ou entendes e finges que não, ou andas às voltas para fugir à resposta da mais simples questão. Não tenho medo de te perder, já que ainda nem sequer sei se te tenho. O que eu sei, é que não estou para continuar atrelada na balança à espera que ela estabilize. Uma resposta tem que haver. O resto ao destino pertence. Ou, para te dar razão, o resto cabe-nos a nós decidir. Faz tudo o que entenderes, tudo mesmo. A única coisa que eu te peço é que não me desiludas.