alicerce

quarta-feira, 18 de maio de 2011

vida

Vercieu- França
As saudades já apertam. Sinto-me bem, agora que falo mais contigo e que sou capaz de partilhar contigo novidades que pensava serem impossiveís de partilhar. Tenho saudades dos teus olhos verdes e das tuas rugas de expressão. Sabia que ias chegar, mas este ano chegas mais tarde. Decides voltar, quase um ano depois. Sempre o fizes-te sem cessar mas o tempo está-se a tornar cada vez mais longínquo.
Agora que as brigas passaram, teria de haver algo que nos fizesse vacilar. É mesmo assim, a vida.

incerteza

Não sei o que se passa contigo. A verdade é que nem sempre te trato como devia e o nosso relacionamento torna-se uma onda. Que vai e vem, sem avisar. Começa pequenina até que quando damos conta, já está sobre os nossos pequenos pés. Vivemos assim, na incerteza. Com receio que um dia essa onda decida formar-se e que nem de pequenina, a possamos acalmar.
É incondicional a forma como decidimos mudar tudo num segundo. Mas essa incerteza irrita-me solenemente. A tua alta voz que se assume aos ruídos que permanecem no nosso lar. Talvez seja o teu modo de mudar o que sentes, exibindo algo com que sabes ligar. És assim, e eu também.
Mas não vou deixar isto assim, por muito mais tempo.

terça-feira, 17 de maio de 2011

out

Maior cego é aquele que não quer ver, migs.

23 # Carta para a última pessoa que beijaste

Oi? É engraçado como ainda à poucos dias fez dois anos desde que nos conhecemos. Sinceramente, não tenho muito a dizer-te. Tudo o que tinha a dizer já foi dito. Ah, estás cada dia pior, não consigo entender se é da idade, se é do tempo, mas estás. As tuas mudanças constantes tornaram-te numa pessoa diferente, pelo menos, diferente daquela que me habituei a observar. Espero que um dia, essa pessoa volte, já que era uma pessoa linda, apesar dos defeitos.