alicerce

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

also forgive




Tenho de conseguir alcançar os meus objectivos até começar dois mil e onze!
É impossível não pensar no que estará para vir, é impossível não ligar e deixar-te seguir. Eu lutarei para chegar até ti, felicidade. Sei que sozinha não conseguirei, vacilarei(…).
Pensei estar distante, mas concluí que o que eu o conceito que o me facultaram estava errado. Bati com a cabeça e aprendi, espero que seja sempre assim até que todo o ensinamento permaneça instruído. Se errar é humano, perdoar também.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

I thought that you should know


Já é a terceira vez que escrevo para ti, talvez isto se esteja a tornar repetitivo e eu sinta mesmo a tua falta. A verdade é que vou dizendo que já não são saudades, é um hábito. Acho que nasci para sofrer por ti, várias vezes. Não vejo o fim de o tormento dizer adeus. Quero que voltes para o meu lado e me trates como uma princesa, como se o mundo acabasse amanhã. Toma conta do meu sonho, fá-lo deixar de ser um mero sonho, torna-o realidade.
Muita gente deve pensar que foste a minha maior desilusão, acho que não tenho o direito de citar isso, afinal sem ti eu já não seria nada. Também não posso dizer que foste o meu maior orgulho, feriste-me mais do que ninguém mas não te posso julgar para sempre por isso. Não sei nada de ti, hoje em dia e nem quero saber. Dás novidades quando queres, prometes estar comigo em breve e o tempo vai passando. Por vezes pareço que estou indiferente ao que me dizes, mas nunca estive e talvez seja por isso que me desprezas tanto. Quando decidires voltar e dar-me o valor que já deste, em tempos, eu cá estarei.
Até lá, minha vida, o teu lugar permanecerá guardado em mim.

you belong to me




Acredito que nada aconteça por acaso, não és excepção. Cada vez que me olho ao espelho, reconheço os traços do teu rosto, já te conheço à distância. Eu queria permanecer por perto, mas não me deixas. Quanto mais perto quero estar, mais longe permaneço ...

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

because with you




Lembro-me de dizer várias vezes que tinha mudado em relação à confiança que dou às pessoas, lembro-me de dizer que errei e que me serviu de lição. Tenho de admitir que os meus fracassos não foram suficientes, voltei a cometer o mesmo erro. Tenho medo de cair na tentação da ilusão. Porque foi o que aconteceu desta vez, porque desta vez eu iludi-me com palavras fortes que permaneciam nos momentos certos.
A verdade é mesmo essa, tu não és aquela pessoa que jurei lutar. Tu foste apenas mais uma pessoa, que mostrou uma parte linda de si, num momento que calhou. A verdade foi que permaneceste e apareceste na altura certa e ajudaste-me a erguer e a sorrir de outra maneira, mudaste realmente os meus dias. Tu és mesmo especial, tu és mesmo diferente. Talvez seja por isso que não te consiga entender, talvez seja por isso que sinta tanto a tua falta. É estranho ver-te dias preocupado comigo (ou talvez não) e de um dia para o outro mudares completamente. Descobri em ti actos que já não me fascinam, só me desiludem. E é horrível aperceber-me do inicio de tudo, saber que realmente o tempo muda. Não foste excepção e continuas em mudança constante, podia tentar manter-te perto de mim mas fartei-me de ser sempre eu, o pilar dos mais belos monumentos. É verdade que sinto algo diferente em ti e sei que um dia eu descobrirei o que é, acredito que não tenha sido por acaso que nos cruzamos no mesmo caminho. Nem que seja porque contigo aprendi, mais uma vez, que ninguém é aquilo que parece.

domingo, 19 de dezembro de 2010

I hate you!


Avaliei cada traço teu e em cada um, descubro um significado diferente, uma marca acabada. É inacreditável como tudo o que observei é o mesmo, mas contudo tão diferente. Acho que já sou capaz de te descrever minimamente sem te possuir. És um ser tão estranho e por mais adjectivos que tente encontrar para te descrever totalmente nenhum é preciso e nenhum te classifica com dignidade.
Não sei porquê, mas sou capaz de passar horas a contemplar-te, sou capaz de passar horas, completamente imune de acções distantes. Talvez pelo teu olhar encantador ou pelos teus actos indescritíveis!
Eu odeio-te! Eu odeio-te por conseguires alterar o meu estado de espírito com uma mera palavra! Eu odeio-te por não conseguir despegar-me de ti quando quero! Eu odeio-te por não te perceber! Eu odeio-te por causares em mim um sentimento de segurança que me acalma nos momentos mais fracos. Eu odeio-te por seres das únicas pessoas a quem eu chamei de tudo ao inicio e agora denomino um ser completo de incógnitas por decifrar. Eu odeio-te por talvez amanhã lembraste de mim e eu quase “esquecer” os dias em que destruíste a minha felicidade contagiante. Eu odeio-te por seres tão fraco e incapaz de me dizeres o que queres e quando queres sem hesitar. Eu odeio-te porque por mais que me queira afastar de ti, há sempre algo que me faz pensar em ti ou relembrar gestos teus. Eu odeio-te por te teres tornado tão importante para mim, sem que eu queira.
Já que sou assim tão forte, então eu vou seguir. E já como me disseste que eu saberia que escolhas fazer, por mais que esta seja a errada então eu não a vou desfazer.
Não te entendo e já tentei várias vezes, fartei-me de tentar.

domingo, 12 de dezembro de 2010

everybody make their choices



Ao longo destes anos tenho percebido que o mundo já não é o mundo a que me habituei a observar. Hoje sou capaz de ver o que está ao meu redor de formas diferentes e sinceramente? Eu já nem sei se preferia viver na inconsciência e questionar-me a toda a hora sobre o funcionamento, a capacidade e a razão dos factos. Talvez na altura fosse mais feliz por saber tão pouco acerca daquilo que me rodeia, mas tão triste por ser incapaz de explicar factos que são evidentes. E agora eu continuo a questionar-me por razões mais complexas mas chego à conclusão que as simples são as que faziam parte. Tudo se tornou estranho e receoso.
Eu tento encontrar um facto para isto, mas eu não encontro nada e fico mais uma vez, perdida nas incertezas de um caminho. Sinto-me fatigada de percorrer o caminho, sinceramente. Mas apesar de tudo orgulho-me, orgulho-me por conseguir encontrar forças, forças das quais não imaginara ter. E eu sei que vai ser sempre assim, mesmo que me encontre na solidão que nunca é permanente. O que me habituei a observar mudou, mas eu não vou mudar com ele. Cada um faz as suas escolhas.