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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

9 # Carta para alguém que gostasses de conhecer

É estranho querer conhecer-te. Não sei, talvez seja a tua genuidade mas o teu lado que tive oportunidade de observar é fantástico. Talvez por seres diferente do género de pessoas que estou habituada a conviver.
infelizmente creio que isso não acontecerá, já que as circunstancias próximas de ambas não são favoráveis ao nosso conhecimento. Mas quem sabe um dia, quem sabe o que o futuro nos guarda. 

queria mesmo

O que eu queria mesmo era que me perguntasses se estou bem, com interesse de saber a resposta.

sábado, 6 de agosto de 2011

ponto certo

eu não te amo demasiado, amo-te no ponto certo.

12 # Carta para a pessoa que mais odeias, ou que te causou maior sofrimento

Olá. Tu? Outra vez? Começo a não gostar da ideia de ter de escrever para ti. Fico com o coração cheio de memórias que não quero de todo relembrar. Já que tu não mereces. É engraçado, ainda no outro dia vi uma carta que me escreveste e lembro-me perfeitamente desse momento. Deste-ma e disseste que preferias que fosse assim porque não tinhas coragem de me dizer a pessoa covarde que és cara a cara. Na altura eu li e abracei-te. Não podia ser de outra maneira. Agora que te conheço melhor, talvez rasgasse aquelas palavras que te deram tanto trabalho a escrever. És triste e não mereces que te escreva, mas como foi o blog que pediu… 

domingo, 31 de julho de 2011

não te conheço

Acidental, tardio, recente é isto que define aquilo que já passamos. É estranho como foste das poucas pessoas que me soube envolver em tão pouco tempo. Envolver numa conversa com princípio, meio e fim. Envolver num som diferente que perdurava ao longo de gerações passadas. Envolver em palavras, sons e formas que passaram a estar bem claras na minha mente.

Se eu fosse a ti, desde o primeiro dia, perguntar-me-ia o porquê de eu falar contigo. Afinal foi tão estranha a nossa primeira palavra como a última. Não por seres diferente, mas por seres igual. Decidi deixar rolar algo que poderia bem ser uma grande amizade. Pode dizer-se que temos começado mal, pode dizer-se que ambos não estamos para aí virados. Ou estamos? Parece que já é pelo menos a terceira vez à qual me deparo sobre esta questão. Esta simples questão. És uma pessoa completamente normal, pela qual à partida não me chamaria à atenção mas tu chamaste. Não faço ideia de que modo mas confesso que chamaste.

Há uma coisa que precisas de saber, não gosto que me julguem e tão pouco me atirem coisas à cara que não são realidade. É difícil entender-te. Mas explica-me, explica-me como é que queres que eu te entenda se não te conheço? Não sei que antepassados te transportam, que cicatrizes te ferem, que medos te afogam, que pecados te invadem. E tu sabes o mesmo de mim, se calhar até menos. É o que parece. Mas de uma certa forma me soubeste marcar. Pelo modo como te incendeias numa fogueira que parece uma simples vela prestes a arder. Acho que sabes do que falo. Falo da forma mais inocente em que mudas da solidez para o desespero. Sou pequena, mas esperava que entendesses a minha grande alma. São poucos anos de vida, mas muitos de sofrimento que por mais que não pareçam, mudam tudo. Podias aprender um pouco comigo, se te livrasses desse orgulho permanente.

Afinal, eu dei-te a entender que te ensinava sem que me desses nada em troca. Mas como costumo dizer, cada um faz as suas escolhas.

domingo, 24 de julho de 2011

saudades, muitas

Quero reconquistar todas as amizades que perdi. Fazem-me falta. O que o tempo levou espero também me traga. É tudo o que eu quero. 

beach party

nós cansaditas, às 8:00 da manhã, na praia do aterro
Uma vez mais, Catarina, a vida proporcionou-nos um caminho diferente. Quem sabe não tenha sido melhor assim. 
GRANDE NOITE, FOI LINDOOOOOOOOOOOO !